Travelling Toes

Bits of the life of toes that can’t seem to stay too long at the same place…

Archive for January, 2007

Maestro, qual é a música?

Posted by simonecarrocino on January 30, 2007

Sabe quando você sabe um pedacinho da música, mas não sabe o nome?

O site Midomi tem uma busca onde você canta um pedacinho da música, e faz uma busca  em músicas  cadastradas.

No melhor estilo web2.0, são os usuários que gravam as músicas. Se você é daqueles que adora cantar no chuveiro, este site é como um flickr musical, com comunidades, favoritos, rating, etc…

Como o site é novo, e sua base de dados vem dos usuários, quase não tem música brasileira. Por exemplo, fiz uma busca por Tom Jobin (também dá pra fazer busca textual), e não encontrei nada… Mas se o site ficar popular por aqui, isto pode ser revertido.

Fica aí a dica, e um apelo aos cantores de chuveiro de plantão :-)

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Qual super-herói é você?

Posted by simonecarrocino on January 29, 2007

Mais uma inutilidade divertida da web, que vi no blog do Coca. Ele é o homem aranha, e eu a mulher maravilha. E você?

You are Wonder Woman

Wonder Woman
78%
Supergirl
78%
Robin
75%
Spider-Man
70%
Superman
70%
Iron Man
60%
The Flash
55%
Green Lantern
50%
Catwoman
45%
Hulk
35%
Batman
20%
You are a beautiful princess
with great strength of character.


Click here to take the Superhero Personality Test

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O dia em que o Brasil foi invadido

Posted by simonecarrocino on January 23, 2007


Muito legal esta animação feita por universitários (pelo sotaque, acho que de Recife).
Tem direito a grande elenco, com Arnold Governator, Van Damme, além de Bush em pessoa, Condoleeza e Dick Cheney.
Recomendo. Um pouco longo (10 minutos), mas vale a pena.

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Breast-Boosting Beer

Posted by simonecarrocino on January 19, 2007

Segundo o site Ananova, homens europeus estão lotando a fronteira com a bulgária para comprar uma cerveja que teoricamente aumenta os seios femininos.

Curioso que a iniciativa foi dos homens, e não das mulheres. Provavelmente, para elas é mais cômodo manter um tamanho não tão avantajado.

Ou então pode ser que alguns travestis estejam querendo experimentar neles mesmos, quem sabe não conseguem desenvolver seios naturais? Isto sim seria interessante…

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Voltando pra terrinha

Posted by simonecarrocino on January 19, 2007

Depois de uma temporada de quase dois meses trabalhando em São Paulo, estou voltando pro Rio.
Durante este tempo, levei minha máquina fotográfica comigo para todos os cantos, mas é impressionante como São Paulo não me inspira. Só nesta última semana tirei a foto aí ao lado, que eu até gosto, justamente por ser abstrata.
Sampa só sai bem em foto abstrata, será?
De qualquer forma, a foto é bem característica de São Paulo, pois tem 2 dos seus ingredientes mais marcantes: a chuva e o trânsito.
Os paulistas que me perdoem… Um dia eu escrevo um post sobre São Paulo.

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iPhone – the honeymoon is over…

Posted by simonecarrocino on January 17, 2007

 O video que eu postei aí embaixo mostrou minha empolgação inicial com o iPhone. depois disso, navegando por outros sites por aí, e lembrando da minha implicância com iPods, mudei um pouco de opinião.

Este blog do CNet tem um post falando de “Thirteen reasons to doubt the iPhone hype”. Algumas delas reproduzidas aí embaixo:

Who’s this phone for, anyway? Who can afford this thing?
This answer is simple: Paris Hilton.

. Will Apple give the user any freedom? Want to know why there’s no memory card slots on the iPhone, nor will there likely be a user-replaceable battery?

Because Apple doesn’t want you to lay a finger on its phone without paying the piper.

While we’re on the topic of user freedom, what about the software aspect of the phone? It’s unknown whether users will be able to write their own software or run third-party programs on the iPhone without breaking the warranty. It’s quite possible that the iPhone’s only programs will be Apple iPhone programs.

Outro link da CNet: A heavy load for the iPhone to bear

Resumindo: além de ser caro, a Apple tem mania de prender o seu usuário. Nada é compatível com o mundo exterior. Tudo proprietário. a começar pelo iTunes e terminar pela bateria, que é interna e não dá para trocar, a não ser que você mande para a assistência técnica da Apple.

E tem mais: a usabilidade que tinha me impressionado a princípio (afinal os gráficos são espetaculares), me decepcionou, quando li relatos de que não dá pra fazer nada sem olhar para a tela, e muito pouco com apenas uma mão. O bichinho precisa de toda a sua atenção para funcionar…

Não dá pra abrir word, excel, não é claro se terceiros poderão criar aplicações customizadas (o que tira ele do mercado de automação, por exemplo). Como diz o site acima, tem preço de smart phones (que normalmente são voltados para o mercado corporativo), mas as funcionalidades estão mais voltadas para o público jovem. Por isso a brincadeira que o público alvo seria Paris Hilton.

Lembrei então  da minha implicância com iPods. O pacote simples vem super cru, tudo é vendido como acessórios (que são muito mais caros que os concorrentes). Te prende a usar o iTunes, e é difícil copiar as músicas para outro lugar, porque ele bagunça todos os diretórios. Além de ser muito mais caro.

A Apple realmente manda bem quebrando paradigmas. Mas é só esperar um pouquinho que a concorrência corre atrás e a supera!

E que venham os concorrentes!

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Acentos mundo a fora

Posted by simonecarrocino on January 17, 2007

Mais uma dica de site útil quando se está viajando. O site Gate2Home tem um tecladinho virtual para várias línguas diferentes. Depois é só dar copy&paste onde você quiser. Isto é bom quando escrevemos em Lan Houses, ou quando usamos o computador dos outros…

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Feira-livre aérea

Posted by simonecarrocino on January 13, 2007

Quem frequenta o aeroporto de Congonhas sabe do que eu estou falando. Tudo bem que as companhias aéreas não conseguem se organizar, desde que a Varig ficou neste estado moribundo; tudo bem que o controle de tráfego aéreo está passando por uma crise; tudo bem que nesta época do ano é muito comum Congonhas e Santos Dumont estarem fechados devido ao mau tempo. Mas nada justifica o clima de feira-livre no aeroporto de Congonhas. É de enlouquecer qualquer um!!

Ontem meu vôo de volta para o Rio atrasou, bem como a maioria dos vôos, porque o Cindacta de Curitiba apresentou problemas. Tudo bem, vamos esperar, fazer o que… Tentei ler um livro enquanto espero, mas não conseguia me concentrar, pois o tempo todo alguem gritava no  alto falante, que está a níveis insuportáveis:

“Atenção clientes da Gol vôo XXX, gostaria de informar que o seu portão de embarque mudou, e quando autorizado será efetuado somente pelo portão 8″

“E atenção última chamada! última chamada clientes TAM voo XXXX o seu embarque está sendo finalizado pelo portão 4″

“Atenção clientes TAM voo XXXX. A sua aeronoave já se encontra em solo e o seu embarque quando autorizado será efetuado pelo portão de número 19, no piso inferior deste aeroporto”

Como não conseguia ler meu livro, pois era interrompida o tempo todo por este povo literalmente GRITANDO no meu ouvido, resolvi ligar para uma amiga, para bater papo. Ela, coitada, nem conseguia me ouvir, pois a voz dos feirantes aéreos era mais alta do que a minha!! Nem no banheiro temos refresco!

Enlouquecedor! A situação já é estressante por si só: sexta-feira à noite, todo mundo cansado de trabalho, louco pra chegar em casa, e todos os vôos atrasados e sem previsão.  Junte a isso este povo BERRANDO no seu ouvido, e não é de admirar quando alguém perde as estribeiras e invade a pista! Apesar do barulho dos aviões, pelo menos na pista não tem o clima de feira que tem naquele saguão de embarque.

As companhias aéreas estão enlouquecidas. Elas precisam rever toda a sua abordagem de relacionamento com clientes. O desrespeito é muito grande!

Já a algum tempo eu tenho pensado em uma solução para a gritaria de congonhas. As companhias aéreas, na hora do check-in, ao invés de um cartão de embarque, deveriam fornecer um pager para os clientes. Bem no estilo Outback, e outros restaurantes com fila na porta. Todas estas informações de atraso, mudança de portão, e aviso de embarque, seriam dadas pelo pager, que tremeria e piscaria. Talvez um suave bipe.
E aí podeira ter também a voz sexy da  Iris Lettieri, bem suave, nos lembrando: TAM Vôo 9199 Chamada final portão 5

E só. A TAM deseja a todos uma boa viagem!!

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A Closer Look At The iPhone

Posted by simonecarrocino on January 11, 2007


Wow… that’s all I have to say…
Eu já tinha visto fotos e pequenas descrições do novo telefone da Apple, mas este vídeo mostra o bicho em ação…
truly amazing!
Meu lado nerd tá de queixo caído!

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Slow…

Posted by simonecarrocino on January 11, 2007

Dê férias para os seus pésSeguindo o comentário do meu amigo Sérgio Salvador no post MSV abaixo, comecei a fazer uma pesquisa sobre o Slow Movement. A idéia é bem parecida com o meu conceito de MSV. Endereçar o problema da falta de tempo (“time poverty” ) através de conexões.

E dá o exemplo da frase:

Stress is leading to unprecedented health problems. “Stop the world I want to get off” is a feeling we all have sometimes.

Pare o mundo! Eu quero saltar!

Todos nós sentimos isso, mas ligamos o automático e continuamos vivendo. Este movimento Slow tem conceitos interessantes, e alega que esta rotina frenética que levamos nos deixa muito soltos no mundo, e perdemos nossas conexões com pessoas, comida, lugares, e com a vida. A idéia é retomar estas conexões, e desacelerar. Como viver “Slow” , é o que o movimento propõe a ensinar.

Fiquei feliz em ver que já existem movimentos organizados com objetivos parecidos com o meu, porém acho este movimento um tanto radical em algumas áreas. Ele nasceu do movimento Slow Food, que foi uma reação à abertura de um McDonald na Itália. Sem querer tirar o mérito do movimento, ele é bem controverso, pois prega a utilização de alimentos orgânicos, e alimentos produzidos localmente, o que vai de encontro ao conceito de globalização. Não sou contra nada disso, acredito que orgânicos são melhores para nós e o meio-ambiente, porém esta história de alimentos produzidos localmente eu já não sei se concordo muito, pois me parece uma reação de países desenvolvidos à entrada de produtos agrícolas vindo de países em desenvolvimento. Aí você também pode alegar que não necessariamente isto é bom para países em desenvolvimento, porque o “agribusiness” é prejudicial ao meio-ambiente, e que no longo prazo vamos esgotar nossas terras e ter problemas ambientais sérios. Também concordo com isso. E não tenho uma solução. Por isso acho o tema controverso, e prefiro deixá-lo de fora da questão que considero mais importante, que é a simplificação da vida.

Particularmente interessante é o conceito de conexão com pessoas. Eu sinto muito isso. Não temos tempo nem para nossos melhores amigos. É a celebre desculpa da correria do cotidiano. Não temos tempo de socializar. Ou então temos tantos “amigos” superficiais, que no final não temos nenhuma conexão verdadeira. Este fenômeno acontece principalmente em cidades grandes, onde cada um tem a sua rotina, e espaços comuns para socialização são raros.

E aí entra o conceito Slow Cities, também um tanto radical, mas conceitualmente interessante. São cidades que suportam o estilo de vida Slow. Cidades com menos tráfego, menos barulho, e menos gente. Radical, porque prega que cidades com mais de 50.000 habitantes não podem ser Slow. Mas a idéia deveria ser propagada para cidades de qualquer tamanho, e já existem movimentos neste sentido. SlowLondon se propõe a ser uma comunidade para discutir idéias de como fazer as pessoas ficarem mais próximas. Princípios incluem áreas de lazer, eventos, e, obviamente, pisar no freio. Eu gostei muito do site, e recomendo a leitura da página que explica o problema (e todas as outras também).

Bem, ainda tenho muitas outras idéias sobre o assunto, que vou aos poucos publicar em diversos posts, porque senão este aqui não vai acabar nunca!

Divirtam-se!

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